Treinada com uma década de dados de restaurantes e mais de 150 milhões de sessões, a Engenharia de Menu da FineDine mapeia cada item por popularidade e nível de preço — para ver o que promover, o que reposicionar e o que remover.

A FineDine usa os seus dados de vendas e interação para posicionar cada item do menu em dois eixos: a sua popularidade e onde se situa em preço face à mediana do menu. O resultado é uma matriz clara que classifica cada item em quatro grupos. Também acompanha as alterações recentes de preços e pedidos, para ver o que aconteceu depois de cada edição.

Desde que começámos a usar a FineDine, as nossas vendas e gorjetas aumentaram 20–30%. Nalguns dias, sinceramente, não percebo como me arranjava sem a FineDine.
Chris Gia
Cafe Sanuki, Gerente


A matriz de engenharia de menu classifica cada item em quatro grupos. Estrelas — best-sellers de preço premium; mantenha-os em destaque. Cavalos de tração — best-sellers fiáveis de preço mais baixo; faça-os crescer com variantes e upsells. Puzzles — preço premium mas vendas lentas; vale a pena reposicionar ou renomear. Cães — poucas vendas e preço baixo; candidatos a remover. Num relance vê o que está a resultar e o que só ocupa espaço.

Observe os sinais por trás da classificação de cada item: visualizações, adições ao carrinho, gostos, avaliações e conversão de visualização em pedido. Identifique os itens com muitas visualizações mas poucos pedidos — são oportunidades que pode recuperar reposicionando-os ou renomeando-os no menu. Mova os pratos com maior conversão para onde os olhos pousam primeiro: pequenas mudanças, grandes resultados.

O que mudou desde a última atualização de preços? A FineDine mantém uma cronologia dos seus movimentos de preços (com a variação percentual), das mudanças de secções e ordem, e dos itens despublicados. Depois de subir um preço ou reorganizar o menu, pode ver o efeito — e tomar a próxima decisão com dados, não com suposições.