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Menu QR e menu digital: qual é a diferença?

Cliente a ler um suporte QR na mesa à frente de pizza, salada e batatas
Ayseli İzmen
Escrito por
Ayseli İzmen
julho 22, 2022
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O menu QR é a forma como o cliente chega ao menu: um código impresso na mesa que abre um endereço no telemóvel. O menu digital é o que abre a seguir, e é a parte que faz o trabalho: as secções por onde o cliente navega, as fotografias, as descrições e os preços que edita no painel. Um código sozinho não guarda nada; mostra apenas aquilo para onde aponta.

A distinção deixa de ser teórica no dia em que um prato acaba a meio do serviço. Se o código aponta para um ficheiro fixo, o preço e a disponibilidade ficam congelados até alguém refazer o ficheiro e reimprimir. Se aponta para um menu que a casa controla, a alteração é publicada e a mesa seguinte já digitaliza a versão certa.

Menu QR e menu digital, lado a lado
Menu QRMenu digital
FunçãoLevar o cliente até ao menuSer o menu: secções, fotografias, descrições e preços
O que está por trásAquilo para onde o código aponta, incluindo um PDFConteúdo editável, guardado num painel
Alterar um preçoDepende do que abreEditado uma vez no painel, fica ativo em todo o lado onde o menu aparece
Receber pedidosNão, por si sóPossível quando a plataforma o permite
O que dá para medirDigitalizações, quando muitoSecções e pratos vistos, e por que ordem
Comprar em separadoSim, mas fica sem menu por trásSim, e gera o próprio código

O código que imprime decide o que pode mudar depois

Os códigos impressos são de dois tipos e a diferença só aparece meses mais tarde. Um código que carrega um ficheiro fixo tem de ser reimpresso sempre que o ficheiro muda: carta de verão, novos vinhos, atualização de preços. Um código que aponta para um endereço controlado pela casa fica na mesa enquanto o menu por trás vai mudando.

Antes de mandar imprimir seja o que for, faça uma pergunta ao fornecedor: o que abre este código e quem edita o que está do outro lado? Se a resposta for um ficheiro, o código não está errado, mas passa a pagar impressão de cada vez que a cozinha muda a carta.

Onde os menus QR falham

Duas pessoas na cozinha de um restaurante leem um menu num tablet enquanto uma delas segura um prato empratado.
Duas pessoas na cozinha de um restaurante leem um menu num tablet enquanto uma delas segura um prato empratado.

A primeira falha é física. Um código impresso demasiado pequeno, gasto por meses de limpeza ou colado numa superfície escura com pouca luz não digitaliza, e a mesa acaba a pedir um menu em papel. Percorra as mesas com um telemóvel e veja quais os códigos que demoram a abrir, sobretudo nas zonas com menos luz.

A segunda falha é de sala. Há mesas que pedem um menu impresso à mesma, e uma casa que retirou todo o papel fica sem resposta para esse pedido. Guardar alguns exemplares impressos, ou ter menus em tablet ao dispor da equipa, resolve o caso sem obrigar ninguém a digitalizar.

Um código por mesa ou um código para a sala

Esta escolha vem antes da impressão. Um código único para toda a sala é mais simples de imprimir e chega quando o menu serve apenas para consultar. Com um código por mesa, a informação da mesa pode seguir com o pedido e a equipa não tem de perguntar de onde veio; em troca, cada mesa passa a ter o seu material impresso e qualquer alteração à planta obriga a acertar os códigos.

Monte o menu primeiro, o código sai no fim

Na FineDine, o menu constrói-se por secções e pratos no editor, com pré-visualização do que o cliente vê no telemóvel enquanto edita. Quem já tem a carta feita pode começar a partir de uma fotografia ou de um PDF: o sistema extrai as secções, os pratos e os preços, e fica a revisão para o fim. Cada prato aceita variantes de preço, alergénios, informação nutricional e horários de disponibilidade, para que o pequeno-almoço deixe de aparecer ao jantar sem ninguém o esconder à mão.

Só depois entra o código. O QR é gerado a partir do menu publicado e, nas definições, dá para descarregar os códigos mesa a mesa depois de desenhar a planta da sala por zonas. Publicado o menu, o painel passa também a mostrar quantas vezes cada secção e cada prato foram vistos, e essa leitura ajuda a decidir o que fica na carta seguinte.

Para ver como a sua carta ficaria montada e onde entram os códigos na sua sala, peça uma demonstração da FineDine.

Perguntas frequentes sobre menus QR

O cliente precisa de instalar alguma aplicação?
Não. A câmara do telemóvel lê o código e o menu abre no navegador, como qualquer página.
E se o sinal for fraco na sala?
O menu abre pelos dados do cliente ou pelo Wi-Fi da casa. Teste na mesa mais afastada do router antes de retirar os menus impressos.
Posso usar o mesmo menu só para consulta, sem pedidos?
Sim. O mesmo menu pode ficar apenas para consulta ou aceitar pedidos, conforme o modo escolhido nas definições dos códigos QR.

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