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Menu QR e menu digital: qual é a diferença?

Cliente a ler um suporte QR na mesa à frente de pizza, salada e batatas
Ayseli İzmen
Escrito por
Ayseli İzmen
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O menu QR é a forma como o cliente chega ao menu: um código impresso na mesa que abre um endereço no telemóvel. O menu digital é o que abre a seguir, e é a parte que faz o trabalho: as secções por onde o cliente navega, as fotografias, as descrições e os preços que edita no painel. Um código sozinho não guarda nada; mostra apenas aquilo para onde aponta.

A distinção deixa de ser teórica no dia em que um prato acaba a meio do serviço. Se o código aponta para um ficheiro fixo, o preço e a disponibilidade ficam congelados até alguém refazer o ficheiro e reimprimir. Se aponta para um menu que a casa controla, a alteração é publicada e a mesa seguinte já digitaliza a versão certa.

Menu QR e menu digital, lado a lado
Menu QRMenu digital
FunçãoLevar o cliente até ao menuSer o menu: secções, fotografias, descrições e preços
O que está por trásAquilo para onde o código aponta, incluindo um PDFConteúdo editável, guardado num painel
Alterar um preçoDepende do que abreEditado uma vez no painel, fica ativo em todo o lado onde o menu aparece
Receber pedidosNão, por si sóPossível quando a plataforma o permite
O que dá para medirDigitalizações, quando muitoSecções e pratos vistos, e por que ordem
Comprar em separadoSim, mas fica sem menu por trásSim, e gera o próprio código

O código que imprime decide o que pode mudar depois

Os códigos impressos são de dois tipos e a diferença só aparece meses mais tarde. Um código que carrega um ficheiro fixo tem de ser reimpresso sempre que o ficheiro muda: carta de verão, novos vinhos, atualização de preços. Um código que aponta para um endereço controlado pela casa fica na mesa enquanto o menu por trás vai mudando.

Antes de mandar imprimir seja o que for, faça uma pergunta ao fornecedor: o que abre este código e quem edita o que está do outro lado? Se a resposta for um ficheiro, o código não está errado, mas passa a pagar impressão de cada vez que a cozinha muda a carta.

Onde os menus QR falham

Duas pessoas na cozinha de um restaurante leem um menu num tablet enquanto uma delas segura um prato empratado.

A primeira falha é física. Um código impresso demasiado pequeno, gasto por meses de limpeza ou colado numa superfície escura com pouca luz não digitaliza, e a mesa acaba a pedir um menu em papel. Percorra as mesas com um telemóvel e veja quais os códigos que demoram a abrir, sobretudo nas zonas com menos luz.

A segunda falha é de sala. Há mesas que pedem um menu impresso à mesma, e uma casa que retirou todo o papel fica sem resposta para esse pedido. Guardar alguns exemplares impressos, ou ter menus em tablet ao dispor da equipa, resolve o caso sem obrigar ninguém a digitalizar.

Um código por mesa ou um código para a sala

Esta escolha vem antes da impressão. Um código único para toda a sala é mais simples de imprimir e chega quando o menu serve apenas para consultar. Com um código por mesa, a informação da mesa pode seguir com o pedido e a equipa não tem de perguntar de onde veio; em troca, cada mesa passa a ter o seu material impresso e qualquer alteração à planta obriga a acertar os códigos.

Monte o menu primeiro, o código sai no fim

Na FineDine, o menu constrói-se por secções e pratos no editor, com pré-visualização do que o cliente vê no telemóvel enquanto edita. Quem já tem a carta feita pode começar a partir de uma fotografia ou de um PDF: o sistema extrai as secções, os pratos e os preços, e fica a revisão para o fim. Cada prato aceita variantes de preço, alergénios, informação nutricional e horários de disponibilidade, para que o pequeno-almoço deixe de aparecer ao jantar sem ninguém o esconder à mão.

Só depois entra o código. O QR é gerado a partir do menu publicado e, nas definições, dá para descarregar os códigos mesa a mesa depois de desenhar a planta da sala por zonas. Publicado o menu, o painel passa também a mostrar quantas vezes cada secção e cada prato foram vistos, e essa leitura ajuda a decidir o que fica na carta seguinte.

Para ver como a sua carta ficaria montada e onde entram os códigos na sua sala, peça uma demonstração da FineDine.

Perguntas frequentes sobre menus QR

O cliente precisa de instalar alguma aplicação?
Não. A câmara do telemóvel lê o código e o menu abre no navegador, como qualquer página.
E se o sinal for fraco na sala?
O menu abre pelos dados do cliente ou pelo Wi-Fi da casa. Teste na mesa mais afastada do router antes de retirar os menus impressos.
Posso usar o mesmo menu só para consulta, sem pedidos?
Sim. O mesmo menu pode ficar apenas para consulta ou aceitar pedidos, conforme o modo escolhido nas definições dos códigos QR.

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