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Pedir e Pagar na Mesa com Código QR: Que Solução Serve a Sua Sala

Cliente a pagar a conta pelo telemóvel depois de ler o código QR na mesa
Escrito por
FineDine
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O cliente aponta a câmara do telemóvel ao código, o menu abre no browser, e ele pede e paga no mesmo ecrã, sem instalar aplicação nenhuma. Se isso resulta ou não na sua casa depende da sala. Um código por mesa serve bem um jantar com a casa cheia, um código único chega para um balcão, e num menu de degustação nenhum dos dois ajuda.

Da Leitura do Código à Conta Paga

Um cliente digitaliza o suporte QR da mesa e o menu digital abre no telemóvel com ícones de categorias.

O cliente senta-se, abre a câmara e passa-a sobre o código. Toca na ligação que aparece e o menu abre no browser, com fotografias, preços, opções de dose, ícones de alergénios e outras línguas, se as tiver acrescentado. Escolhe os pratos, deixa uma nota nos artigos que o permitem e envia. O pedido chega ao seu ecrã de pedidos e, com um código por mesa, já traz o número da mesa.

No fim, a conta está no telemóvel. Paga com cartão, Apple Pay ou Google Pay, com gorjeta se quiser, e uma mesa de amigos pode dividir o valor em vez de passar um cartão de mão em mão. Quem prefere pedir a conta e pagar no terminal continua a poder, desde que deixe essa opção ativa.

Se a câmara não reage, a causa habitual é um código pequeno, brilhante ou mal iluminado. Leia todos os códigos impressos com um telemóvel antes de abrir portas e deixe um empregado livre para acompanhar as primeiras mesas na primeira leitura.

Onde Arranjar os Códigos das Mesas e os Suportes

Os códigos saem da sua própria configuração, não de um gerador externo. No FineDine, registam-se primeiro as mesas em Settings > Operations > Tables e depois, em Settings > QR Codes, usa-se Download Table QR Codes. Cada código leva o número da sua mesa. Se tem esplanada e sala interior, crie duas áreas, para que os códigos fiquem separados tal como o seu salão.

O suporte é outra conversa. O que se descarrega é o código; o objeto onde ele fica tem de ser arranjado por si, localmente: um cavalete de cartão impresso, um pequeno suporte de mesa, um autocolante no tampo ou um cartão no porta-menus que já usa. Escolha o que aguenta a limpeza diária e um copo de vinho entornado, e imprima o código com tamanho suficiente para o telemóvel o ler à distância de quem está sentado. Plastifique um exemplar de teste, ou ponha-o numa bolsa, antes de mandar imprimir para todas as mesas.

Depois de tudo impresso, percorra a sala com o telemóvel. Uma esplanada nas traseiras, uma cave ou uma parede de pedra grossa podem deixar sem rede algumas mesas, e é melhor descobri-lo você do que numa sexta-feira à noite.

Só Menu, Um Código por Mesa ou Um Para a Sala Toda

Vários pratos e um cocktail ocupam a mesa enquanto uma mão percorre um menu com fotos no telemóvel.

Nem todo o código numa mesa recebe pedidos, e as três escolhas habituais servem salas diferentes.

O código só de menu mostra a carta e mais nada: o empregado continua a tomar o pedido e a levar a conta. No FineDine é o separador View Only, em Settings > QR Codes. Serve a casa onde os clientes querem mesmo ser atendidos, ou onde ainda não quer mexer na forma como o serviço corre. Em contrapartida não alivia a equipa, porque as idas à mesa ficam exatamente iguais.

O código de pedidos acrescenta carrinho e pagamento, e é aqui que escolhe entre um código por mesa e um para a sala inteira, ambos em View & Ordering. Com um por mesa, cada pedido chega ligado à mesa, que é o que quem leva os pratos precisa para acertar no destino. Serve restaurantes de serviço à mesa e bares. O preço é a manutenção: quando acrescenta mesas para um evento privado ou monta a esplanada na primavera, os códigos têm de acompanhar.

Com um código único imprime-se uma vez e o cliente escreve o número da mesa. Dá para balcões e cafés, onde cada um vai buscar o seu pedido. No serviço à mesa é arriscado: um número mal escrito manda o prato para a mesa errada e ninguém repara até ele chegar. E também não resolve o caso de quem quereria um código por lugar, porque o número do lugar não faz parte desta configuração.

Só o Pagamento no Telemóvel, com o Pedido Tomado pelo Empregado

Dois amigos à mesa veem o ecrã de encomenda confirmada no telemóvel, ao lado do suporte QR.

Há salas que só querem o pagamento no telemóvel. O empregado toma o pedido como sempre e, quando o cliente pede a conta, este lê o código e paga sem esperar que alguém traga o terminal. Faz sentido onde o pedido faz parte do serviço, como num restaurante em que o empregado sugere e explica, e o que custa é a fila para pagar.

Em Orders > Ordering Settings, no canal Dine-In QR, Enable Ordering e Enable Payment são interruptores separados. Teste a sua combinação numa mesa de ensaio antes de contar com ela e confirme que a conta que o cliente vê é a que o empregado abriu.

O pagamento tem a sua própria escolha. O Fast Checkout está ao lado do Default Checkout na mesma página, trabalha com Stripe e Myfatoorah e apresenta opções de divisão da conta; o pagamento online abrange cartão, Apple Pay e Google Pay. Se recebe através de outro prestador, confirme que funciona com o Fast Checkout antes de imprimir seja o que for.

Tablet, para as Salas em que é o Empregado que Marca o Ritmo

Menus de degustação e alta cozinha costumam deixar o pedido fora do telemóvel do cliente. A cozinha acerta os tempos de cada prato pelo que se passa na mesa, e um carrinho no telemóvel não sabe nada disso. Nestas salas faz mais sentido um tablet na mão do empregado.

O canal Tablet, em Orders > Ordering Settings, tem os modos Full Service, Table Top e Kiosk. No Full Service cada pedido abre uma conta nova e o tablet fica com o empregado, por isso o cliente nunca tem de ler código nenhum. Se quiser, pode ainda deixar-lhe um código só de menu, para ver a carta e a lista de vinhos ao seu ritmo.

Reservas e Mapa de Mesas

Se aceita reservas, mantenha duas coisas separadas. As Reservations são um módulo próprio, que trata da marcação, da hora e do número de pessoas. A planta de sala está em Tables e mostra onde fica cada mesa. São funções diferentes, e uma reserva não coloca o cliente num código em particular.

O que as liga, na prática, é o número da mesa. Se as mesas têm o mesmo nome na planta, nos códigos impressos e no livro de reservas, o empregado percebe num segundo que o pedido da mesa 12 é o da reserva das oito. Se a numeração se desfasa, por exemplo porque os códigos foram impressos antes de rearranjar a sala, chegam pedidos de uma mesa que ninguém esperava.

O Que Muda no Serviço

Vista dividida: um café de dia à esquerda e um restaurante à noite à direita, com o mesmo fluxo QR.
Um bife no prato junto a um suporte QR e ao menu no telemóvel, com ícone de IA e cartões de pratos sugeridos.

Desaparecem sobretudo as idas de rotina: o primeiro pedido a uma mesa que já sabe o que quer, levar o terminal, reimprimir a conta porque a divisão mudou. Uma segunda bebida pode ser pedida do telemóvel enquanto o empregado está ocupado no fundo da sala. Ajuda mais onde o cliente espera pela equipa e não pela cozinha: um café com fila, um bar barulhento onde o pedido gritado por cima da música chega a meio, uma esplanada de hotel longe do balcão. Se grande parte da clientela é de fora, o artigo sobre como os viajantes encontram e pedem comida local trata da questão das línguas.

Fica com o empregado tudo o que precisa de uma pessoa: que vinho vai com o borrego, o que o chef pediria, se o prato pode vir sem cebola. Há também clientes que não leem código nenhum, como os habituais que pagam em dinheiro ou quem quer o telemóvel no bolso durante o jantar. Esses ficam com a conta em papel e o terminal.

Aparece trabalho novo. Alguém tem de vigiar o ecrã de pedidos durante o serviço e resolver o pedido enviado da mesa errada. E quando um prato acaba a meio do serviço, alguém tem de o esconder do menu digital nesse momento, senão os pedidos continuam a entrar e um empregado vai de mesa em mesa dizer que já não há. No editor do Menu Manager cada prato tem um interruptor de visibilidade para isso.

Um pedido escrito pelo cliente é menos suscetível de ser mal ouvido entre a mesa e a cozinha, mas ainda se pode carregar na dose grande em vez da normal, por isso tenha forma de cancelar ou corrigir pedidos. Se o seu POS se liga ao sistema de pedidos, estes entram diretamente e a cozinha trabalha como antes. Se não se liga, alguém passa-os à mão para a caixa, e numa sexta-feira cheia é nessa dupla introdução que os erros voltam.

Ver se Compensou

Compare os mesmos dias da semana antes e depois do arranque, e não uma terça-feira calma com um sábado cheio. O talão médio mostra se os clientes acrescentam acompanhamentos, sobremesas e segundas bebidas quando ninguém está à espera deles. Os pedidos por serviço dizem se as mesas rodam mais depressa ou só pedem de outra maneira, e os artigos que mais sobem mostram o que o telemóvel está a vender. O FineDine IQ atualiza de hora a hora e mostra Orders, Avg Ticket, Sessions e Item Views em 7, 14, 28 ou 90 dias, ou num intervalo à escolha, comparados com um período anterior.

Se o talão não mexe, comece pelos pratos sem fotografia: no telemóvel, um prato sem imagem é uma linha de texto no meio de pratos que a têm. O artigo sobre o que precisa uma fotografia de menu para funcionar ajuda. Um menu pensado para papel pode também precisar de ser refeito para um ecrã pequeno antes de imprimir os códigos.

Que código serve que tipo de serviço
SoluçãoServeNão serve
Código só de menuSalas em que o empregado continua a tomar pedidos e a levar a contaSalas que querem menos idas à mesa
Um código por mesa, com pedido e pagamentoRestaurantes de serviço à mesa e baresSalas em que o empregado tem de marcar o ritmo de cada prato
Um código para a sala todaBalcões e cafés onde o cliente vai buscar o pedidoServiço à mesa, onde a conta precisa de número de mesa
Só o pagamento no telemóvelO empregado toma o pedido e o cliente paga sozinhoSalas com pouco sinal junto às mesas
Tablet na mão do empregadoMenus de degustação e alta cozinhaAutosserviço rápido

Perguntas frequentes

O cliente tem de descarregar uma aplicação para pagar?
Não. O código abre o menu no browser do telemóvel e é aí que ele pede e paga.
Uma mesa pode dividir a conta pelos telemóveis?
Pode. O Fast Checkout, nas definições do Dine-In QR, apresenta opções de divisão e trabalha com Stripe e Myfatoorah. Confirme que o seu prestador de pagamentos é um deles antes de imprimir os códigos.
E os clientes que não querem ler o código?
Guarde a conta em papel e o terminal para eles. O empregado toma o pedido como antes e ninguém tem de ser convencido a usar o telemóvel.
Posso usar o mesmo código em todas as mesas?
Pode, mas cada cliente tem de escrever o número da mesa, e um número errado manda o prato para o sítio errado. Convém mais a balcões e cafés do que ao serviço à mesa.
Tenho de imprimir códigos novos quando mudo a disposição da sala?
Com um código por mesa, só para as mesas que acrescentar ou renumerar. Descarregue os novos em Settings > QR Codes e troque esses cartões.

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