Ir para o conteúdo principal

Pedir e Pagar à Mesa: O Que É e Quando Serve

Pedir e Pagar à Mesa: O Que É e Quando Serve
Idil Aras
Escrito por
Idil Aras
Atualizado:
Compartilhar:

Se a sua equipa passa o serviço a correr entre as mesas e a caixa, uma vez para lançar o pedido e outra para passar o cartão, pedir e pagar à mesa corta as duas viagens. O cliente lê um código QR, pede no menu do próprio telemóvel e paga no mesmo ecrã. É software e não equipamento: o menu abre no navegador, sem aplicação para instalar e sem terminal em cima da mesa. Se serve à sua sala depende de qual dos cinco arranjos tem em mente, de quando o cliente paga e do que faz com a mesa que quer pagar em dinheiro.

Cinco Arranjos com o Mesmo Nome

Quem pesquisa «pagamento à mesa» encontra coisas bem diferentes. O que as separa é quem segura o aparelho, quem lança o pedido e quando o dinheiro se move, e é isso que decide quanto do trabalho de sala muda de facto. Vale a pena escolher o arranjo antes de olhar para qualquer produto.

Se o único incómodo é a ida ao POS quando o cliente pede a conta, um terminal portátil resolve e deixa os pedidos como estão. Se o que pesa é lançar pedidos e rodar mesas, o telemóvel do cliente tira mais trabalho à equipa. O passo do pagamento, visto à parte, está em o que é o pagamento por QR e onde encaixa num restaurante.

Terminal, Telemóvel, Tablet e os Dois Momentos de Pagar

Um autocolante com código QR numa mesa de restaurante e um cliente a segurar o telemóvel por cima.

Terminal portátil: o empregado leva a máquina de cartão no fim da refeição. Os pedidos continuam a ser tomados e lançados como hoje, por isso a cozinha nem nota. Serve quando o serviço corre bem e o único afunilamento é a conta; faz pouco se a equipa perde tempo a lançar pedidos.

Telemóvel do cliente, por QR: menu, pedido e pagamento no ecrã do cliente, que é o que normalmente se quer dizer com pedir e pagar à mesa. Serve em salas de rondas curtas, com muita gente que prefere não esperar por ninguém. Serve mal onde muitos pagam em dinheiro, onde a sala não tem rede ou onde o cliente espera que alguém lhe tome o pedido.

Tablet na mesa ou ao balcão: o aparelho é seu e o cliente pede nele. Faz sentido se não quer depender da bateria e dos dados de cada cliente, ou se quer um ponto de self-service ao balcão. Em troca, fica com o equipamento, o carregamento e um ecrã para manter limpo e inteiro. Na FineDine o tablet tem três modos de pedido: Full Service, com o tablet móvel e uma conta nova por cada pedido; Table Top, com o tablet atribuído a uma mesa; e Kiosk, em que cada cliente recebe um número de conta. O que muda quando o ecrã é da casa está nas dicas de design de menu em tablet.

Pagar com o pedido: o cliente paga ao enviar, e nada chega à cozinha por pagar. Encaixa num bar, no jardim de uma cervejaria ou numa esplanada com entrada própria, onde se pede em rondas curtas e alguém pode sair sem que se dê por isso. Num jantar longo, pagar a cada ronda sabe a portagem.

Pagar no fim: a mesa vai pedindo e fecha a conta uma só vez, no mesmo ecrã, antes de sair. Serve refeições longas, com várias rondas e uma conta esperada. Traz o risco que o outro modo elimina, a mesa que sai entre rondas, e a equipa continua a ter de olhar para a sala. É também a resposta a quem pergunta se dá para pedir agora e pagar depois: neste modo, dá.

Escolher o Momento com os Dados do Seu Serviço

Os seus números dizem que sala tem. Pegue num período que inclua dias de semana e um fim de semana e conte, por mesa, quantas rondas pediu e em quantas contas fechou. Se a maioria pede uma vez e sai, pagar com o pedido já é o que a sua sala faz. Se as mesas pedem três ou quatro vezes e querem uma só conta, pagar no fim acompanha o que elas já fazem.

Há salas mistas. Um restaurante com esplanada e sala interior pode querer a primeira regra lá fora e a segunda lá dentro. Nas definições de consumo no local da FineDine há um interruptor Enable Payment, por isso pode receber pedidos sem receber pagamentos e continuar a fechar contas como hoje enquanto testa.

O Que a Equipa Nota e o Que Não Nota

Os empregados notam primeiro os passos que deixam de dar: acabam as voltas ao terminal para lançar o pedido e para passar o cartão. Ficam as deslocações que o cliente vê, os pratos a sair e as mesas a levantar.

O pedido chega à cozinha como o cliente o fez. O tamanho ou o extra escolhido no telemóvel segue com o prato, em vez de ser gritado numa sala barulhenta e ouvido em segunda mão.

Quando um prato acaba, altera-se no menu em vez de avisar empregado a empregado. Antes de contar com isso a meio do serviço, teste quanto tempo a alteração demora a aparecer num telemóvel que já tenha o menu aberto.

O cliente pode também pedir a conta no mesmo ecrã. Os pedidos que pode enviar escolhem-se em Service Options e chegam à equipa sem ninguém a acenar do fundo da sala. Deixar ou não cancelar um pedido já enviado é outra definição, tal como o valor mínimo de pedido e, se serve álcool, a verificação de idade.

Dinheiro e Código Que Não Lê: Onde o Circuito Pára

Quem quer pagar em dinheiro não consegue terminar sozinho, porque alguém tem de receber a nota e fechar a conta. A FineDine permite indicar o dinheiro como forma de pagamento no consumo no local, mas essa mesa continua a precisar de uma pessoa e a caixa continua em jogo. Se uma parte real dos seus clientes paga em dinheiro, o telemóvel é mais uma forma de pagar e não substitui a que já tem.

A leitura é o outro ponto fraco. Bateria descarregada, falta de rede numa sala em cave e um código que a câmara não consegue ler param o pedido no mesmo sítio, e só o último depende da casa. Antes de abrir, sente-se em quatro ou cinco mesas na hora mais escura do serviço e leia o código a partir de onde o cliente tem as mãos. Um código que lê bem ao balcão, sob a luz fluorescente, pode falhar numa mesa lacada com um único foco por cima. Do lado do pagamento, as falhas estão em como funcionam os pagamentos por código QR e onde falham à mesa.

Montar na FineDine

Dois clientes numa mesa de esplanada partilham o ecrã de um telemóvel enquanto pedem à mesa.

Quase tudo o que ficou dito são definições de um menu que já está montado. Em Settings > QR Codes há o modo View Only, que mostra os pratos e não recebe nada, e o View & Ordering, que acrescenta o carrinho e o pagamento. Se a cozinha ainda não está pronta para talões vindos da sala, comece em View Only e passe a View & Ordering quando estiver.

Os códigos de consumo no local são um por mesa ou um para a sala toda. O código por mesa leva o número da mesa e descarrega-se em Tables, nas definições de Operations, onde as mesas se agrupam por zonas; uma esplanada ou um segundo piso acrescentados mais tarde ganham o seu próprio conjunto. Com um código único, o cliente escreve o número da mesa, por isso decida antes de abrir como a comida vai encontrar a mesa certa.

O fornecedor de pagamento liga-se uma vez, no marketplace, que lista entre outros Stripe, Square, SumUp, Iyzipay, MOKA e Myfatoorah; confirme quais trabalham no seu país. Os tipos de pagamento no consumo no local incluem cartão através do POS, dinheiro e pagamento online com Apple Pay, Google Pay ou cartão, e pode ativar gorjetas. A FineDine mostra ainda um Fast Checkout com opções de divisão; experimente-o antes de prometer aos clientes que podem dividir a conta. As ligações a POS estão também no marketplace, onde pode procurar o seu.

Testar uma Mesa Antes de Imprimir Seja o Que For

Sente-se numa das suas mesas, faça um pedido de teste e pague-o com o seu telemóvel. Depois vá à cozinha ver o que chegou e quando. Para ver o circuito a correr com a planta da sua sala, o serviço mais cheio da semana e o fornecedor de pagamento que já usa, peça uma demonstração da FineDine.

Cinco arranjos a que se chama pagamento à mesa
ArranjoQuem segura o aparelhoServe quandoServe mal quando
Terminal de cartão portátilEmpregadoO único afunilamento é fechar a contaA equipa perde tempo a lançar pedidos
Telemóvel do cliente com QRClienteRondas curtas e clientes que não querem esperarPredomina o dinheiro, não há rede, ou o cliente espera que alguém tome o pedido
Tablet na mesa ou ao balcãoA casaNão quer depender dos telemóveis dos clientes, ou quer um quiosque ao balcãoNão consegue manter e carregar os aparelhos
Pagar com o pedidoCliente ou tabletBar, jardim de cervejaria, esplanada com entrada própriaJantares longos com muitas rondas
Pagar no fimCliente ou tabletRefeições longas com uma conta esperadaAs mesas podem sair entre rondas sem se notar

Perguntas frequentes

Pedir e pagar à mesa é equipamento ou software?
A versão pelo telemóvel é software. O menu abre no navegador quando se lê o código, por isso o cliente não instala nada e nada fica fixo à mesa. O equipamento só entra se escolher tablets ou uma impressora de talões.
O cliente pode pedir agora e pagar depois?
Pode, se configurar a sala para pagar no fim: a mesa pede ao longo da refeição e acerta tudo de uma vez no mesmo ecrã. Se prefere não ter pedidos por pagar na cozinha, faça o cliente pagar ao enviar cada pedido.
E se o cliente quiser pagar em dinheiro?
Não consegue acabar sozinho, porque alguém tem de receber o dinheiro e fechar a conta. O dinheiro pode ser aceite como forma de pagamento no consumo no local, mas é a equipa que trata dessa mesa, por isso mantenha a caixa a funcionar.
Preciso de um POS novo?
Não necessariamente. O marketplace lista ligações a POS, e convém ver se o seu lá está. Se o POS recebe os pedidos como precisa, teste com uma mesa antes do serviço.
O cliente tem de descarregar uma aplicação?
Não. Lê o código com a câmara do telemóvel e o menu abre no navegador.
Posso experimentar os pedidos antes de ativar o pagamento?
Sim. Nas definições de consumo no local, pedido e pagamento são interruptores separados: pode receber pedidos primeiro e continuar a fechar contas como hoje.

Loading related posts...