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Pagamento à mesa no restaurante: o que é e onde poupa tempo

Empregado com um tablet a receber o pagamento de um casal numa mesa ao ar livre
Ayseli İzmen
Escrito por
Ayseli İzmen
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Pagamento à mesa quer dizer que a conta é apresentada e liquidada no lugar onde o cliente está sentado, sem passar pelo balcão nem por um posto de serviço. Na prática toma três formas: um empregado leva um terminal portátil à mesa, o cliente lê um código QR na conta e paga pelo telemóvel, ou um tablet que fica na mesa fecha a refeição.

A escolha entre as três decide duas coisas do serviço: quem fica com o passo do pagamento e o que acontece quando a mesa quer dividir a conta.

Quem fica com o passo do pagamento

A versão mais próxima do serviço clássico é o empregado levar um terminal e fechar a conta à frente do cliente. A mesma pessoa recebe a mesa, trata da encomenda e agora também termina a refeição, sem se afastar da sala. É a alteração que exige menos formação, porque o percurso do serviço continua igual. O que se passa do lado do cartão e do leitor está no guia de pagamento sem contacto.

Quando o pagamento passa para o telemóvel do cliente, a conta deixa de depender de alguém estar livre naquele minuto. O cliente lê o código, vê o que consumiu e liquida sozinho. Para isso a conta tem de estar ligada à mesa antes de ser pedida, senão não há nada para mostrar no ecrã.

O tablet fixo cobre o mesmo passo sem exigir aparelho do cliente e compensa sobretudo onde já está na mesa por outra razão, como o menu. Se quiser que o cliente também faça a encomenda pelo telemóvel, isso é pedir e pagar à mesa, um fluxo diferente que altera o trabalho da equipa em sala.

Onde se perdem os minutos entre a conta e a mesa livre

Separe o fim de uma refeição em passos e o pagamento em si ocupa uma fatia pequena. O cliente decide que acabou e procura alguém com o olhar. Alguém repara e o recado chega ao empregado daquela mesa. Esse empregado vai ao posto de serviço, imprime a conta, leva-a, espera, volta com o cartão ou com o dinheiro e regressa uma última vez com o talão. Só depois a mesa é levantada.

A autorização do cartão demora segundos. O resto são deslocações e espera, e é aí que um terminal na mesa corta tempo. O primeiro intervalo fica de fora: entre o cliente querer pagar e alguém dar por isso pode passar mais tempo do que em todas as voltas seguintes, e nenhum terminal encurta isso sozinho. Encurta-se com uma forma de o cliente pedir a conta sem esperar que passe alguém.

Vale medir antes de decidir. Se as encomendas ficam registadas com hora, o sistema já tem as duas pontas: quando a conta foi fechada e quando a mesa voltou a abrir. Recolha um período representativo, com serviços de semana e de fim de semana, e olhe para a mediana por turno. Uma mesa que ficou a conversar até tarde chega para puxar a média toda para cima.

Contas divididas: o ponto em que isto fica lento

A forma como a mesa divide a conta decide se o fecho à mesa é rápido ou penoso. Um cartão para a mesa inteira resolve-se em segundos. Seis pessoas a pagar em separado no mesmo terminal são seis autorizações seguidas, com o empregado parado entre cada uma, e nesse cenário o tempo poupado nas deslocações volta todo.

Pelo telemóvel as seis acontecem em paralelo, cada uma no aparelho do seu dono. Se o sistema permitir pagar apenas parte da conta, cada pessoa liquida os seus itens e ninguém tem de repartir valores à mão.

Antes de ligar a função, confirme com o adquirente e com o sistema de encomendas três pontos:

  • pagamentos parciais sobre a mesma conta;
  • vários pagamentos até a conta ficar saldada, e o que fica registado se um deles falhar;
  • como é calculada a gorjeta quando a conta é dividida.

O que o pagamento à mesa não resolve

Libertar uma mesa mais depressa só vale alguma coisa se houver alguém à espera dela. Numa sala que nunca tem fila, o minuto poupado é um minuto e nada mais.

Quando a cozinha já é o ponto mais lento do serviço, fechar contas mais depressa também não aumenta o número de refeições servidas; muda o sítio onde está a espera. Há ainda dois casos práticos com que se conta desde o início: clientes que preferem entregar o cartão e não mexer no telemóvel, e zonas da sala com cobertura de rede fraca, onde o terminal fica à espera de ligação com o cliente à frente.

Como se monta isto no FineDine

Duas condições atravessam tudo o que está acima: a conta tem de estar ligada a uma mesa antes de o cliente a pedir e o cliente tem de ter maneira de a pedir. As duas ficam definidas antes de o serviço começar.

As encomendas de sala podem ser tiradas pela equipa num tablet de sala ou pelo próprio cliente no menu QR da mesa, e ficam associadas à mesa de onde saíram. Depois, os pagamentos ficam registados sobre essa encomenda, com cartão, Apple Pay ou Google Pay, e a gorjeta entra no mesmo passo. Do lado do cliente, os pedidos de serviço permitem pedir a conta a partir do menu, que era o intervalo mais difícil de encurtar.

Os limites de mesas e de encomendas incluídos mudam conforme o plano, por isso confirme na página de preços o que se aplica ao seu caso. Para ver o fluxo montado sobre a sua planta de sala, pode pedir uma demonstração.

Perguntas frequentes sobre pagamento à mesa

Preciso de comprar terminais ou tablets para começar?
Depende do que quer fechar à mesa. Se o objetivo é só a conta, o telemóvel ou o tablet que a equipa já leva consigo pode servir de terminal, desde que o meio de pagamento esteja ligado. Os aparelhos dedicados compensam quando ficam na mesa ou funcionam como quiosque, não quando andam de um lado para o outro na mão de um empregado.
O pagamento à mesa aumenta as gorjetas?
O terminal e o telemóvel podem mostrar percentagens sugeridas, o que poupa a conta de cabeça a quem paga. Se isso muda a média da casa é pergunta para os seus relatórios: compare o valor médio de gorjeta por turno antes e depois de ligar a função, com semanas equivalentes dos dois lados.
Isto também se aplica a entregas e take-away?
Nesses canais o pagamento é feito em linha no momento da encomenda e não há mesa para libertar. O pagamento à mesa serve o serviço de sala, onde o tempo entre a conta e a mesa livre tem valor.

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