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Sistema de Pedidos com Código QR: Como Funciona Pedir por Leitura

Casal a consultar o telemóvel numa mesa de restaurante com copos de vinho
Idil Aras
Escrito por
Idil Aras
novembro 3, 2022
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Um sistema de pedidos com código QR permite que o cliente abra o menu no próprio telemóvel, envie o pedido a partir da mesa e, na maioria das configurações, pague no mesmo ecrã. A parte que muda de forma mais direta é o passo do pedido. O cliente pode enviá-lo quando está pronto e chega à cozinha tal como o escreveu; no acolhimento, na sugestão, no serviço e na resolução de problemas a equipa continua a contar.

Que Fluxos Muda um Sistema de Pedidos QR

Usar um código não implica automaticamente receber pedidos por ele. Mostrar o menu, receber o pedido à mesa e cobrar podem ser montados em separado. Para alguns negócios chega levar o menu para o telemóvel; num bar com uma carta de bebidas curta onde se pede ao balcão, o pedido à mesa pode não acrescentar nada.

A diferença operacional nota-se sobretudo no momento do pedido. O cliente deixa de ter de esperar que o empregado volte à mesa para poder pedir. É aí que está também o risco operacional: os pedidos passam a chegar quando os clientes estão prontos, incluindo todos ao mesmo tempo.

Como o Fluxo Funciona, Passo a Passo

  1. O cliente lê o código na mesa. As câmaras atuais leem-no sem aplicação.
  2. O menu abre no navegador. Na maioria dos casos sem instalar nada nem criar conta.
  3. Acrescenta os pratos, com opções e notas escritas em vez de ditas.
  4. O pedido chega à cozinha ou ao POS, com a mesa de onde saiu.
  5. O pagamento é feito à mesa ou no fim com a conta, conforme a configuração.

Menu, Pedido e Pagamento São Três Passos Diferentes

A comparação que vale a pena fazer não é papel contra digital. É até onde desce nesta lista.

O que o cliente pode fazerMenu impressoMenu QR, só verPedido QRPedido e pagamento QR
Ver o menuSimSimSimSim
Ver fotos e alergéniosRaramenteSimSimSim
Enviar o pedido sem esperarNãoNãoSimSim
Acrescentar uma nota escrita ao pedidoNãoNãoSimSim
Concluir o pagamento pelo telemóvelNãoNãoNãoSim
Para que continua a precisar de pessoalPara tudoPedido, serviço, pagamentoServiço e pagamentoServiço

Decisões a Tomar Durante a Configuração

O código é a parte fácil. Por trás há quatro decisões e cada uma muda o funcionamento da sala.

Um código pode ser configurado apenas para mostrar ou para receber pedidos. O modo de visualização é um menu montra: o cliente lê e o pessoal tira o pedido como sempre. Para alguns negócios este é um primeiro passo suficiente, e separa a questão do menu da do pedido.

Depois há um código por mesa ou um único código para toda a sala. Um código por mesa significa que o pedido já sabe de onde veio. Um único simplifica a impressão e a gestão, em troca de perguntar ao cliente em que mesa está durante o pedido.

Outra opção de configuração é o mesmo menu poder ser atribuído a mais do que um canal de pedido. É assim que um restaurante mantém uma lista completa em sala e outra mais curta para entregas sem gerir dois menus.

Quando um Código É a Ferramenta Errada

Nestas situações vale a pena manter um caminho alternativo a par do digital:

  • Vai haver uma mesa que não quer ler nada. Manter o menu em papel ou uma via com apoio de pessoal não é uma falha da implementação.
  • Em salas com pouca luz algumas câmaras têm dificuldade com o código.
  • O cliente que vem pela primeira vez continua a querer uma sugestão, e não a procura num ecrã.
  • Uma mesa grande a dividir a conta chega ao limite de qualquer sistema antes de uma pessoa.

O pedido por QR não acrescenta capacidade à cozinha. A espera na sala diminui enquanto o estrangulamento pode passar para a preparação; os pedidos chegarem mais depressa só ajuda se a cozinha os conseguir absorver.

O Que Medir Antes de Avançar

Faça três medições simples antes de avançar; as três recolhem-se numa semana sem comprar nada.

  1. Ao longo de três serviços, cronometre quanto tempo um pedido demora a chegar à cozinha desde que a mesa está pronta para o dar.
  2. Leia os últimos 50 pedidos e conte quantos levam uma nota ou uma alteração. É esse o volume de detalhe que hoje passa por uma pessoa.
  3. Se quiser saber se o pedido digital à mesa mexe no ticket médio, mantenha as duas vias em paralelo durante algum tempo e compare os seus próprios números.

O que medir antes, meça o mesmo depois. Uma implementação sem referência só pode ser julgada por sensação.

Perguntas frequentes

O cliente precisa de descarregar uma aplicação?
Na maioria das configurações, não. O código abre uma página no navegador do telemóvel e as câmaras atuais leem-no sem software adicional. Se um sistema pede instalação antes de o cliente ver o menu, essa é uma decisão dele e não uma exigência da tecnologia.
Qual a diferença entre menu QR e pedido QR?
O menu QR mostra a lista. O pedido QR também envia o pedido. A diferença é operacional: o primeiro muda o que o cliente lê, o segundo muda quando a cozinha fica a saber.
Pedir por leitura significa menos pessoal?
Significa menos tempo de pessoal a atravessar a sala com pedidos. Se isso se traduz em menos pessoas ou em mais atenção por mesa é uma decisão do restaurante, e o cliente nota qual escolheu.
A cozinha vê os pedidos especiais?
Vê. O que vale a pena confirmar na instalação é que o campo de nota chega completo do pedido ao POS, ao ecrã de cozinha ou ao talão.
Compensa num restaurante pequeno?
Depende de onde vai o seu tempo. Se os empregados passam boa parte do turno a caminhar entre mesas e terminal, o ganho é real. Se a sala é pequena ao ponto de estar tudo à vista, a mesma mudança rende bastante menos.

Montar o Pedido à Mesa com a FineDine

A FineDine junta os passos acima num só lugar: o menu, os códigos e os seus modos, o pedido a partir da mesa e o pagamento no mesmo ecrã. Para ver como se montariam mesa, pedido e pagamento na sua própria sala, peça uma apresentação.

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