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Como o código QR muda a experiência do cliente à mesa

Mulher a deixar uma avaliação de cinco estrelas no telemóvel, com as estrelas num balão
Idil Aras
Escrito por
Idil Aras
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Quem decide a experiência do cliente é a página que o código abre. Se for um PDF feito para A4, ele tem de ampliar e arrastar num ecrã de seis polegadas. Se for um menu pensado para telemóvel, tem pesquisa, fotografias e o idioma que escolher. Gerar o código não custa nada. O trabalho está em preencher, prato a prato, os alergénios, a fotografia e as calorias.

O que o cliente vê depois de ler o código

Publicámos um menu numa casa de demonstração nossa, uma pastelaria pequena, e percorremo-lo no telemóvel como faria um cliente.

O código abre uma ligação curta e cai numa página de boas-vindas. No topo está o nome da casa, com um seletor de idioma, um botão de feedback e outro com a morada e o horário. Se o menu ainda estiver em rascunho, a página avisa que está a ser preparado. Vale a pena saber isto antes de mandar imprimir um código para um menu que ninguém publicou.

Depois vem o menu: separadores de categoria em cima, uma caixa de pesquisa e fichas de prato com descrição, preço por tamanho quando o prato tem duas doses, e ícones pequenos de dieta e alergénios. Ao tocar num prato, a fotografia abre à largura do ecrã. Por baixo ficam o selo de calorias (se o campo estiver preenchido), os tamanhos em botões e os comentários de outros clientes, com a pontuação.

O papel não faz três destas coisas. Não tem pesquisa, não muda de idioma para quem o tem na mão e não põe a opinião de outro cliente à frente de quem está a escolher. Cada idioma do seletor é uma tradução que a casa preenche, lado a lado, no centro de tradução. Quantos idiomas se podem publicar depende do plano, e os números atuais estão na página de preços.

Pôr um código na mesa e quanto custa

Funcionário de luvas entrega a um cliente um saco de papel fechado com um autocolante de agradecimento.

Antes de carregar o menu, há uma decisão a tomar. O endereço público deriva do nome da casa, fixa-se quando o negócio é criado e o campo do identificador é só de leitura. Por isso, ao criar o negócio, escreva o nome como quer que fique. Se mudar mais tarde, os códigos já impressos continuam a funcionar, mas o endereço continua a mostrar o nome antigo.

O caminho mais curto começa pelo menu. Carregue uma fotografia, um PDF, um Excel ou um CSV e o Menu Builder extrai as secções e os pratos para si rever. Com o menu publicado, o editor mostra um botão de código QR ao lado da ligação de partilha, e em poucos minutos tem um código para imprimir.

O código em si é grátis em qualquer lado, porque qualquer gerador desenha um quadrado. O que custa, em dinheiro ou em trabalho, é a página para onde ele aponta e mantê-la atualizada. A FineDine tem um período de teste de 14 dias, com algumas funcionalidades bloqueadas, e a página de preços diz o que cada plano inclui.

Um código para a sala ou um por mesa

Nas definições de códigos QR há três modos, e a escolha muda o que o cliente tem de fazer. Com um código único para todas as mesas, o cliente começa por indicar o número da sua. Com um código por mesa, o pedido já sabe para onde vai, e esses códigos descarregam-se da lista de mesas. No modo só de apresentação não há pedidos e o menu serve de montra. Se o cliente também vai pagar pelo telemóvel, como funcionam os pagamentos por código QR mostra onde esse passo pode falhar à mesa.

Campos vazios leem-se como veredictos

Quando se importa um menu a partir de uma fotografia ou de um PDF, entram os pratos e os preços. Rótulos de dieta e alergénios, informação nutricional, calorias e fotografia são campos separados em cada prato, e ficam vazios até alguém os preencher.

Um campo em branco não se anuncia. O cliente vê um prato com fotografia e ícones e o seguinte sem nada, e tende a ler a diferença como se dissesse algo sobre os pratos. Quase sempre só mostra até onde chegou quem inseriu os dados.

Comece pelos pratos que os clientes mais abrem; as visualizações de item nos relatórios dizem quais são. No editor, a lista de pratos fica ao lado de uma pré-visualização de telemóvel, e pode ir conferindo cada prato no ecrã do cliente.

Quando um prato acaba a meio do serviço

Sobremesa e café com leite numa mesa de madeira ao lado de um telemóvel com avaliação de estrelas e botão de envio.

O menu impresso continua a vender o prato que acabou, e alguém passa a noite a pedir desculpa de mesa em mesa.

Cada prato no editor tem um interruptor de visibilidade. Desliga-se, publica-se, e o cliente que ler o código a seguir já não vê o prato. Os menus ficam em rascunho até serem publicados, por isso uma alteração feita durante a preparação da tarde não faz nada enquanto ninguém carregar em publicar. Dê essa tarefa a uma pessoa concreta, na passagem de turno, em vez de contar com a sorte.

Porque é que há clientes que querem o menu fora do telemóvel

A queixa merece ser ouvida com atenção, porque grande parte dela nem é sobre o código.

Às vezes é sobre o PDF, sem pesquisa e com preços que só se leem a ampliar. Outras vezes é sobre o telemóvel: bateria nos 4 %, luz fraca para a câmara focar, letra pequena e os óculos de leitura esquecidos em casa, ou alguém que saiu de casa precisamente para passar a noite longe de um ecrã. E há o que se perdeu com o papel, que é a passagem do empregado pela mesa. Se o código a substituiu e nada ocupou o lugar, o cliente não tem forma fácil de dizer que o pedido veio errado. O ecrã do menu pode levar pedidos de serviço, como chamar alguém ou pedir a conta, mas só os que a casa ligar.

Nós alojamos o menu. Não conseguimos fazer com que um cliente queira ter o telemóvel na mão durante o jantar, e nenhuma definição muda isso.

A privacidade também aparece, quase sempre como pergunta sobre o que uma leitura recolhe. No menu que percorremos, a página de boas-vindas não pedia nada e iniciar sessão era opcional.

Ler a contagem de leituras

O painel conta leituras. Os relatórios vão mais longe: sessões, visualizações de menu, de secção e de item e, com os pedidos ligados, encomendas, ticket médio e conversão. Atualizam-se de hora a hora e abrangem 7, 14, 28 ou 90 dias, ou um intervalo à escolha, sempre comparados com o período anterior.

Leia a contagem de leituras como tráfego, não como clientes servidos. Duas pessoas à mesma mesa podem ler o código cada uma, e o mesmo telemóvel que reabre o menu depois das entradas pode contar como outra sessão. O número de clientes vem da caixa, e é improvável que os dois valores coincidam.

A identidade só chega quando o cliente a entrega: nome e telefone num formulário de pedido, uma pontuação num prato, uma resposta ao inquérito de feedback. O inquérito é uma lista de perguntas que a casa escreve, e são elas que decidem se as respostas servem para alguma coisa. Em perguntas de inquérito para o restaurante encontra ajuda para as escolher.

As visualizações de item são o primeiro número a ver. Um prato muito aberto e pouco pedido merece atenção, mas o relatório não diz se o problema é o preço, a fotografia ou a descrição.

Experimente na sua própria mesa

As cores, uma imagem de fundo e o seu próprio ficheiro de tipo de letra ficam nas definições de apresentação, e as opções de serviço decidem o que o cliente lhe pode enviar a partir do menu. Cada alteração aparece logo na pré-visualização. É aí que se apanha a descrição que ocupa quatro linhas, o fundo que engole os preços, o botão de serviço que afinal queria ter deixado desligado.

A pré-visualização não mostra a sala: a luz sobre a mesa do canto, o código meio escondido pelo cesto do pão. Sente-se a uma das suas mesas durante o serviço, leia o código no seu telemóvel e peça alguma coisa. O que o irritar nesses três minutos provavelmente irrita os clientes desde o dia em que imprimiu o código.

Se gere um hotel, as mesas podem agrupar-se por áreas, e códigos QR de menu para hotéis mostra como isso fica no serviço.

Três formas de configurar os códigos nas definições de códigos QR
ConfiguraçãoO que o cliente fazOnde encaixa
Só apresentaçãoLê o menu, sem pedirMenu de montra, ou casas que recebem pedidos ao balcão
Pedidos, um código para todas as mesasIndica primeiro o número da mesa, depois pedeSalas pequenas, arranque rápido
Pedidos, um código por mesaPede, e o pedido já sabe a mesaSalas em que a mesa tem de constar no pedido

Perguntas frequentes

Tenho de reimprimir os códigos quando o menu muda?
Não, enquanto for o mesmo menu. Altere o prato, o preço ou a visibilidade e publique: o código que está na mesa abre a versão atualizada. Só precisa de um código novo se criar outro menu e quiser que as mesas passem a apontar para ele.
E se um cliente não quiser usar o telemóvel?
Guarde alguns menus impressos à entrada. O menu QR não depende de todos os clientes o usarem, e um botão de pedido de serviço no ecrã do menu ajuda quem lê o código a chamar alguém sem sair da mesa.
Ler o código recolhe dados do cliente?
No menu que percorremos, a página de boas-vindas não pedia nada e iniciar sessão era opcional. As leituras e as visualizações contam-se como tráfego anónimo. O nome e o telefone só chegam se o cliente os escrever num formulário de pedido.
Uma só configuração serve o serviço de quartos, o restaurante e o bar de um hotel?
As mesas podem agrupar-se por áreas, por isso quartos e espaços diferentes cabem numa só configuração. O nosso artigo sobre hotéis mostra como isso fica no serviço.
A contagem de leituras coincide com os meus clientes?
Não. Duas pessoas à mesma mesa podem ler o código cada uma, e um menu reaberto pode contar como outra sessão. Use as leituras como sinal de tráfego e tire o número de clientes da caixa.

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