Quem decide a experiência do cliente é a página que o código abre. Se for um PDF feito para A4, ele tem de ampliar e arrastar num ecrã de seis polegadas. Se for um menu pensado para telemóvel, tem pesquisa, fotografias e o idioma que escolher. Gerar o código não custa nada. O trabalho está em preencher, prato a prato, os alergénios, a fotografia e as calorias.
O que o cliente vê depois de ler o código
Publicámos um menu numa casa de demonstração nossa, uma pastelaria pequena, e percorremo-lo no telemóvel como faria um cliente.
O código abre uma ligação curta e cai numa página de boas-vindas. No topo está o nome da casa, com um seletor de idioma, um botão de feedback e outro com a morada e o horário. Se o menu ainda estiver em rascunho, a página avisa que está a ser preparado. Vale a pena saber isto antes de mandar imprimir um código para um menu que ninguém publicou.
Depois vem o menu: separadores de categoria em cima, uma caixa de pesquisa e fichas de prato com descrição, preço por tamanho quando o prato tem duas doses, e ícones pequenos de dieta e alergénios. Ao tocar num prato, a fotografia abre à largura do ecrã. Por baixo ficam o selo de calorias (se o campo estiver preenchido), os tamanhos em botões e os comentários de outros clientes, com a pontuação.
O papel não faz três destas coisas. Não tem pesquisa, não muda de idioma para quem o tem na mão e não põe a opinião de outro cliente à frente de quem está a escolher. Cada idioma do seletor é uma tradução que a casa preenche, lado a lado, no centro de tradução. Quantos idiomas se podem publicar depende do plano, e os números atuais estão na página de preços.
Pôr um código na mesa e quanto custa

Antes de carregar o menu, há uma decisão a tomar. O endereço público deriva do nome da casa, fixa-se quando o negócio é criado e o campo do identificador é só de leitura. Por isso, ao criar o negócio, escreva o nome como quer que fique. Se mudar mais tarde, os códigos já impressos continuam a funcionar, mas o endereço continua a mostrar o nome antigo.
O caminho mais curto começa pelo menu. Carregue uma fotografia, um PDF, um Excel ou um CSV e o Menu Builder extrai as secções e os pratos para si rever. Com o menu publicado, o editor mostra um botão de código QR ao lado da ligação de partilha, e em poucos minutos tem um código para imprimir.
O código em si é grátis em qualquer lado, porque qualquer gerador desenha um quadrado. O que custa, em dinheiro ou em trabalho, é a página para onde ele aponta e mantê-la atualizada. A FineDine tem um período de teste de 14 dias, com algumas funcionalidades bloqueadas, e a página de preços diz o que cada plano inclui.
Um código para a sala ou um por mesa
Nas definições de códigos QR há três modos, e a escolha muda o que o cliente tem de fazer. Com um código único para todas as mesas, o cliente começa por indicar o número da sua. Com um código por mesa, o pedido já sabe para onde vai, e esses códigos descarregam-se da lista de mesas. No modo só de apresentação não há pedidos e o menu serve de montra. Se o cliente também vai pagar pelo telemóvel, como funcionam os pagamentos por código QR mostra onde esse passo pode falhar à mesa.
Campos vazios leem-se como veredictos
Quando se importa um menu a partir de uma fotografia ou de um PDF, entram os pratos e os preços. Rótulos de dieta e alergénios, informação nutricional, calorias e fotografia são campos separados em cada prato, e ficam vazios até alguém os preencher.
Um campo em branco não se anuncia. O cliente vê um prato com fotografia e ícones e o seguinte sem nada, e tende a ler a diferença como se dissesse algo sobre os pratos. Quase sempre só mostra até onde chegou quem inseriu os dados.
Comece pelos pratos que os clientes mais abrem; as visualizações de item nos relatórios dizem quais são. No editor, a lista de pratos fica ao lado de uma pré-visualização de telemóvel, e pode ir conferindo cada prato no ecrã do cliente.
Quando um prato acaba a meio do serviço

O menu impresso continua a vender o prato que acabou, e alguém passa a noite a pedir desculpa de mesa em mesa.
Cada prato no editor tem um interruptor de visibilidade. Desliga-se, publica-se, e o cliente que ler o código a seguir já não vê o prato. Os menus ficam em rascunho até serem publicados, por isso uma alteração feita durante a preparação da tarde não faz nada enquanto ninguém carregar em publicar. Dê essa tarefa a uma pessoa concreta, na passagem de turno, em vez de contar com a sorte.
Porque é que há clientes que querem o menu fora do telemóvel
A queixa merece ser ouvida com atenção, porque grande parte dela nem é sobre o código.
Às vezes é sobre o PDF, sem pesquisa e com preços que só se leem a ampliar. Outras vezes é sobre o telemóvel: bateria nos 4 %, luz fraca para a câmara focar, letra pequena e os óculos de leitura esquecidos em casa, ou alguém que saiu de casa precisamente para passar a noite longe de um ecrã. E há o que se perdeu com o papel, que é a passagem do empregado pela mesa. Se o código a substituiu e nada ocupou o lugar, o cliente não tem forma fácil de dizer que o pedido veio errado. O ecrã do menu pode levar pedidos de serviço, como chamar alguém ou pedir a conta, mas só os que a casa ligar.
Nós alojamos o menu. Não conseguimos fazer com que um cliente queira ter o telemóvel na mão durante o jantar, e nenhuma definição muda isso.
A privacidade também aparece, quase sempre como pergunta sobre o que uma leitura recolhe. No menu que percorremos, a página de boas-vindas não pedia nada e iniciar sessão era opcional.
Ler a contagem de leituras
O painel conta leituras. Os relatórios vão mais longe: sessões, visualizações de menu, de secção e de item e, com os pedidos ligados, encomendas, ticket médio e conversão. Atualizam-se de hora a hora e abrangem 7, 14, 28 ou 90 dias, ou um intervalo à escolha, sempre comparados com o período anterior.
Leia a contagem de leituras como tráfego, não como clientes servidos. Duas pessoas à mesma mesa podem ler o código cada uma, e o mesmo telemóvel que reabre o menu depois das entradas pode contar como outra sessão. O número de clientes vem da caixa, e é improvável que os dois valores coincidam.
A identidade só chega quando o cliente a entrega: nome e telefone num formulário de pedido, uma pontuação num prato, uma resposta ao inquérito de feedback. O inquérito é uma lista de perguntas que a casa escreve, e são elas que decidem se as respostas servem para alguma coisa. Em perguntas de inquérito para o restaurante encontra ajuda para as escolher.
As visualizações de item são o primeiro número a ver. Um prato muito aberto e pouco pedido merece atenção, mas o relatório não diz se o problema é o preço, a fotografia ou a descrição.
Experimente na sua própria mesa
As cores, uma imagem de fundo e o seu próprio ficheiro de tipo de letra ficam nas definições de apresentação, e as opções de serviço decidem o que o cliente lhe pode enviar a partir do menu. Cada alteração aparece logo na pré-visualização. É aí que se apanha a descrição que ocupa quatro linhas, o fundo que engole os preços, o botão de serviço que afinal queria ter deixado desligado.
A pré-visualização não mostra a sala: a luz sobre a mesa do canto, o código meio escondido pelo cesto do pão. Sente-se a uma das suas mesas durante o serviço, leia o código no seu telemóvel e peça alguma coisa. O que o irritar nesses três minutos provavelmente irrita os clientes desde o dia em que imprimiu o código.
Se gere um hotel, as mesas podem agrupar-se por áreas, e códigos QR de menu para hotéis mostra como isso fica no serviço.
| Configuração | O que o cliente faz | Onde encaixa |
|---|---|---|
| Só apresentação | Lê o menu, sem pedir | Menu de montra, ou casas que recebem pedidos ao balcão |
| Pedidos, um código para todas as mesas | Indica primeiro o número da mesa, depois pede | Salas pequenas, arranque rápido |
| Pedidos, um código por mesa | Pede, e o pedido já sabe a mesa | Salas em que a mesa tem de constar no pedido |
Perguntas frequentes
- Tenho de reimprimir os códigos quando o menu muda?
- Não, enquanto for o mesmo menu. Altere o prato, o preço ou a visibilidade e publique: o código que está na mesa abre a versão atualizada. Só precisa de um código novo se criar outro menu e quiser que as mesas passem a apontar para ele.
- E se um cliente não quiser usar o telemóvel?
- Guarde alguns menus impressos à entrada. O menu QR não depende de todos os clientes o usarem, e um botão de pedido de serviço no ecrã do menu ajuda quem lê o código a chamar alguém sem sair da mesa.
- Ler o código recolhe dados do cliente?
- No menu que percorremos, a página de boas-vindas não pedia nada e iniciar sessão era opcional. As leituras e as visualizações contam-se como tráfego anónimo. O nome e o telefone só chegam se o cliente os escrever num formulário de pedido.
- Uma só configuração serve o serviço de quartos, o restaurante e o bar de um hotel?
- As mesas podem agrupar-se por áreas, por isso quartos e espaços diferentes cabem numa só configuração. O nosso artigo sobre hotéis mostra como isso fica no serviço.
- A contagem de leituras coincide com os meus clientes?
- Não. Duas pessoas à mesma mesa podem ler o código cada uma, e um menu reaberto pode contar como outra sessão. Use as leituras como sinal de tráfego e tire o número de clientes da caixa.


